Fonte: G1

O Ministério da Defesa informou nesta segunda-feira (23) que aplicou mais de R$ 36,3 milhões em multas por irregularidades cometidas na Amazônia durante o primeiro mês de atuação das Forças Armadas no combate às queimadas na região. Foram 112 termos de infração aplicados.

uso das Forças Armadas na região da floresta amazônica foi autorizado pelo presidente Jair Bolsonaro em decreto da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) publicado no dia 24 de agosto no “Diário Oficial da União”. Na sexta-feira (20), o governo decidiu prorrogar até o dia 24 de outubro a atuação das Forças Armadas no combate às queimadas.

O envio das tropas à região completa um mês na terça (24), quando venceria o decreto original. O governo federal admite a possibilidade de manter os militares na Amazônia até novembro, quando, em geral, termina a temporada mais seca.

Essa ajuda está disponível para a chamada Amazônia Legal, que inclui os sete estados da Região Norte, além do norte de Mato Grosso e o oeste do Maranhão.

De acordo com o texto do decreto que autorizou a atuação das Forças Armadas, a ação depende de requerimento por parte dos governadores da região. Ainda de acordo com o decreto, os militares atuariam em ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais, além de levantamento e combate a focos de incêndio.

De acordo com dados do Ibama, as autuações por crimes contra a flora caíram 23%, de 2.931 (em 2018) para 2.265 (em 2019) na Amazônia Legal.